segunda-feira, 18 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Oficina "Maquetes da Memória: literatura e história", em Cordisburgo
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Imagem da maquete, em primeiro plano a estação de trem
e o Museu Casa Guimarães Rosa.
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Datalhe da maquete com a fachada do museu em primeiro
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Detalhe da maquete da estação de trem de Cordisburgo.
Detalhe em primeiro plano de aluna retocando a fachada
da capela da cidade.
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Detalhe da preparação da mistura de cores.
sobre pintura.
Grupo de alunos realizando exercício de observação do
Museu Casa Guimarães Rosa.
Entre os dias 19 e 22 de setembro de 2010 por meio de convite do Museu Casa Guimarães Rosa e da Superintendência de Museus de Minas Gerais e com o apoio da Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa e ministrada pelo artista-plástico Wagner Cardoso foi realizada em Cordisburgo a oficina "Maquetes da Memória: literatura e história". A oficina contou com a participação de um grupo de 20 crianças com idade entre 6 e 10 anos de idade moradoras de
Cordisburgo.
Entre os dias 19 e 22 de setembro de 2010 por meio de convite do Museu Casa Guimarães Rosa e da Superintendência de Museus de Minas Gerais e com o apoio da Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa e ministrada pelo artista-plástico Wagner Cardoso foi realizada em Cordisburgo a oficina "Maquetes da Memória: literatura e história". A oficina contou com a participação de um grupo de 20 crianças com idade entre 6 e 10 anos de idade moradoras de
Cordisburgo.
O objetivo principal da oficina era discutir por meio da construção de maquetes os chamados "lugares de memória" e as referências de memórias individuais e coletivas dos moradores da cidade conjugadas com a obra do escritor João Guimarães Rosa. Além dessa percepção o grupo ainda trabalhou a tecnica de composição da maquete, que obedece o rigor da técnica e da lógica arquitetônica e ainda possui o toque artístico que a singulariza, principalmente com o uso de materiais não-convencionais em sua composição como penas de galinha, canudinhos de plástico, terra, pedras e outros.
Essa ação extra-muros do museu chama a atenção para a apropriação espacial da cidade por seus moradores além estimular nos aluno a criatividade e a observação para detalhes de seu cotidiano ainda não apreendido. Pela receptivade do trabalho essa ação poderá ser um piloto de muitas ações em outros municípios de Minas.
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Fotos dos trabalhos de construção da primeira maquete - abril, maio e junho de 2010.
"Vista aérea" da primeira maquete, em obras. Maio, 2010.
O artista e a primeira maquete, com árvores e edificações. Junho, 2010.
Detalhe da primeira maquete, vendo-se o Bar do Fininho em primeiro plano. Junho, 2010.
Vista geral da primeira maquete - A praça em 2010 - quase concluída. Junho, 2010.
O historiador Pablo Lima e o artista Wagner Cardoso com a primeira maquete. Junho, 2010.
domingo, 28 de março de 2010
Liberado o recurso para a execução do projeto
O recurso aprovado para a execução do projeto Maquetes da Memória, no valor total de R$40.000,00, foi liberado no dia 26/03/2010. Conforme a legislação do Fundo Estadual de Cultura (FEC), programa da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, esta mesma data passa a ser a data inicial de execução do projeto, cujo prazo é de 10 meses. Assim, a data de finalizaçano do projeto fica sendo 26/01/2011.
A administração do FEC solictou à APADACA que reformulasse o projeto e o orçamento para adequar-se ao valor aprovado para o apoio, aproximadamente 50% a menos que o projeto original. Esta reformulação já foi realizada e aprovada pelo FEC. Conforme o novo projeto, as três maquetes serão construídas no período de seis meses, e posteriormente ficarão exibidas durante 4 meses em duas escolas estaduais do município.
Assim, inicia-se efetivamente a execução do projeto que é coordenado pelo artista Wagner Cardoso, e conta com a participação dos historiadores Pablo L. Oliveira Lima e Thiago Carlos Costa.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Maquetes da Memória: elaboração e exposição de maquetes históricas da praça central de Campos Altos

O objetivo do projeto é realizar um trabalho de pesquisa sobre a memória social de Campos Altos, MG, tendo como eixo a história da Praça Benedito Valadares, também conhecida como praça central ou praça da estação. Esta praça passou por significativas transformações em sua composição arquitetônica desde sua inauguração em 1912. Foram várias as suas formas, transformando-se de acordo com as ações das gerações que se sucederam naquele mesmo espaço.
O trabalho envolve uma pesquisa sobre a praça em diversas fontes históricas localizadas em acervos particulares e na Prefeitura Municipal de Campos Altos, bem como no Arquivo Público Mineiro, em Belo Horizonte, tais como documentos textuais manuscritos, impressos, periódicos, bem como fotografias, bens arqueológicos e a memória oral de cidadãos campos-altenses, visando levantar informações necessárias para a construção de duas maquetes histórico-artísticas da praça. Cada uma das maquetes tem o objetivo de representar um momento diferente da praça na história da cidade. A maquete 1 será "A inauguração da praça, em 1912", quando o povoado se resumia à praça cercada pela Estação Ferroviária de Urubu e algumas edificações comerciais e residenciais. A maquete 2 será "A praça nos anos de 1960", já com o cinema e outras edificações significativas em seu entorno, com o design que se consolidou em meados do século XX, antes das grandes reformas de 2006-2009, marcadas pela ampliação do espaço, retirada dos jardins e árvores, construção da fonte, da passarela e do viaduto, este em seu entorno.
O projeto visa também valorizar uma expressão artística praticada genuinamente em Campos Altos pelo artesão e artista plástico local, Wagner Cardoso: as maquetes histórico-artísticas, ou seja, maquetes que, além do rigor técnico de escala e verossimilhança com a realidade, possuem um toque artístico especial perceptível nos detalhes dos objetos em miniatura que reproduzem a cultura material a partir de pesquisa histórica detalhada. As maquetes, diferente de maquetes arquitetônicas, muitas vezes extremamente técnicas mas sem um realismo histórico, serão realizadas e arranjadas de modo a atribuir vitalidade e humanidade aos ambientes e edificações representadas em seu exterior e interior. A construção das maquetes será realizada de acordo com um trabalho criterioso em relação à cultura material da sociedade campos-altense durante seus quase cem anos de existência. Cada maquete será feita sobre um módulo quadrado de base plana, sendo que a Maquete 1 terá 1,5 metro quadrado, e a Maquete 2, 2 metros quadrados.
Este trabalho de pesquisa e elaboração das maquetes terá duração de seis meses, envolvendo atividade de pesquisa, levantamento e análise de fontes históricas sobre a praça, a construção das maquetes. Em seguida será montada uma exposição com as duas maquetes, aberta ao público na sede da Associação Para o Desenvolvimento das Artes em Campos Altos - APADACA, onde ficarão expostas permanentemente para a fruição da comunidade e, principalmente, dos estudantes de ensino fundamental e médio.O principal objetivo do projeto é evitar o esquecimento sobre a história da praça, suas várias formas e seus processos de transformação. Assim, espera-se que as realizações das gerações passadas da cidade sejam conhecidas, estudadas e compreendidas pelas gerações mais jovens, e que a memória da sociedade campos-altense, como um todo, seja valorizada. Despertar a curiosidade pelo conhecimento sobre o passado e sobre como a praça que temos nem sempre foi a mesma, e também por que mudou sua forma ao longo do tempo, contribui para a formação da cidadania no presente de Campos Altos.
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